Os catorze tipos de relação
Relações da mesma quadra
As duas funções do ego do parceiro estão entre os valores que tenho. O parceiro é da mesma quadra.
IdentidadeCompreensão imediata sem explicações, e pontos cegos compartilhados que ninguém aponta.
DualidadeA relação mais próxima possível: cada lado cobre exatamente o que o outro não consegue, sem esforço consciente.
AtivaçãoUma energia mútua que acende rápido e esgota se dura demais sem pausa.
EspelhoOs mesmos valores em ordem inversa: grande compreensão intelectual e uma rivalidade silenciosa sobre o método.
Relações simétricas de quadra vizinha
Uma das funções do parceiro está entre os meus valores e a outra não. O parceiro é de uma quadra que compartilha metade dos meus valores, e a relação é vivida da mesma forma pelos dois lados.
ParentescoOs mesmos interesses, uma lógica diferente: os começos se parecem, os julgamentos divergem.
CooperaçãoUma excelente parceria de trabalho: duas ferramentas diferentes a serviço de um mesmo objetivo.
SemidualidadeUm apoio real em metade do espaço, e uma ausência clara na outra metade.
MiragemMuito conforto e pouco impulso; desaparece no primeiro projeto comum sério.
Relações assimétricas (em anel)
A mesma mistura de uma função valorizada e outra não valorizada, e o parceiro também é de uma quadra vizinha. A diferença é que a relação tem direção, então cada lado a vive de forma diferente, e ela forma anéis de quatro tipos.
Relações da quadra oposta
As duas funções do ego do parceiro ficam fora dos meus valores. O parceiro é da quadra oposta (Alfa com Gama, Beta com Delta).
ConflitoO ponto mais forte de um lado atinge o mais doloroso do outro. O encontro mais difícil do mapa.
SuperegoAdmiração de longe e confusão de perto; cada lado pressiona sem saber o ponto mais fraco do outro.
Quase-identidadeO mesmo vocabulário com sentidos diferentes: uma discussão que nunca para e nunca chega.
ExtinçãoA conversa começa com facilidade e termina com a vaga sensação de que ninguém foi compreendido.



